cativeiro | ANJO DE DUAS CARAS
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Contrabando de pássaros na cueca leva homem a ser preso em aeroporto

A alfândega do aeroporto de Rochambeau, Cayenne, Guiana prendeu um homem de cidadania holandesa, porque estava contrabandeando aves selvagens. Além de  viajar forçadamente as pequenas aves não tiveram  chance de escolher um lugar mais  confortável para se acomodar. 

Somente foi possível descobrir o contrabando porque o homem esboçou algumas atitudes suspeitas enquanto caminhava o que chamou a atenção das autoridades locais.
As autoridades disseram que juntamente com a pessoa presa no aeroporto de Rochambeau foram encontrados escondidos muitos beija-flores em um bolsa especial costurado em sua cueca.

Com o calor os beija-flores começaram a se mexer dentro da calça o que fez que o sujeito ficasse em uma situação de desconforto.

Educadamente a polícia convidou o homem a baixar as calças e puderam presenciar dezenas de passarinhos que seguiriam viajem sem passaporte.

Os pássaros que provavelmente foram sedados antes de serem amarrados em um pano apertado, foram resgatados com sucesso e passam bem.



Garota morta nos EUA inspira suspense "Minha Irmã, Meu Amor" de Joyce Carol Oates

O crime aconteceu nos Estados Unidos em 1996 contra a linda  garota  JonBenét Patricia Ramsey, de apenas 6 anos que fazia sucesso em participações em concursos de beleza mirins e era um fenômeno na patinação no gelo.

JonBenét Patricia Ramsey, foi encontrada morta no porão de sua casa após oito horas de ter desaparecido. Estava com os braços amarrados uma corda de nylon em torno do pescoço e o crânio ferido.
Como a garota foi morta dentro de sua própria casa os primeiros suspeitos foram seus pais, porém até hoje nada ficou provado e o crime continua uma incógnita. A imprensa sensacionalista nunca deixou de explorar o caso e respingou muita dor a pacata família que vivia em função do sucesso da menina.

Durante este período de incertezas e acusações a mãe da garota Patsy Ramsey morreu de câncer em 2006 levando para o túmulo a dor de não ver os verdadeiros criminosos pagarem pelo crime e sofrendo as acusações e desconfiança de ter participação na morte da própria filha.

O crime nunca foi resolvido, porém  influenciou na vida da família que foi assolada e incriminada pela fúria dos tablóides americanos que  sugeriam que os pais  maltratavam e exploravam a menina com suas aparições em desfiles infantis.

O crime inspirou o romance "Minha Irmã, Meu Amor" (Alfaguara, 2011), de Joyce Carol Oates, uma das principais escritoras americanas em atividade. Ela é autora de algumas das obras de literatura mais significativas da atualidade.


O novo romance da americana Joyce Carol Oates joga luz sobre a realidade de um garoto que cresce numa família disfuncional. Afetado pela morte precoce da irmã, aos 6 anos de idade, o adolescente tenta sobreviver à falta de atenção e afeto dos pais, que se mostram interessados apenas em manter seu status social. Para isso, ele dá sua versão sobre a tragédia que abalou sua família, inspirada num assassinato sem solução ocorrido nos Estados Unidos em 1996.


Americana mantida em cativeiro por 18 anos fala pela 1ª vez à TV

A americana Jaycee Dugard, que passou 18 anos em um cativeiro após ser raptada aos 11, em 1991, deu a primeira entrevista à TV desde sua libertação, em 2009.

Na entrevista, transmitida na noite desta quinta-feira nos Estados Unidos pela rede ABC, Dugard contou detalhes de como foi, durante quase duas décadas, controlada, manipulada e repetidamente estuprada no abrigo em que ficou presa no jardim da casa de seus sequestradores.
Ela foi levada pelo casal Philip e Nancy Garrido quando esperava um ônibus escolar perto de casa.

A entrevista exclusiva à apresentadora Diane Sawyer, da rede ABC, coincide com o lançamento da autobiografia de Jaycee.

Questionada sobre como conseguiu aguentar a situação por tanto tempo, ela afirmou: "Você pode imaginar ser espancada à morte. Pode imaginar ser sequestrada e estuprada. Então você faz o que precisa fazer. Para sobreviver...".

Ela disse que quer tornar públicos os detalhes de seu sequestro para mostrar a outras pessoas que elas podem enfrentar situações difíceis e sobreviver.