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Estrela do Rock Pitty e Martin criam projeto Agridoce

A monotonia das turnês, a curiosidade em experimentar e a chance de firmar parcerias com figurões do showbizz são algumas das razões que costumam levar músicos a se envolver em projetos paralelos ao longo de suas carreiras.

Dessas escapadas podem surgir trabalhos bem distintos do que o artista está acostumado ou mesmo produções semelhantes. Em um caso ou outro, não é incomum que os músicos se destaquem até mais do que no projeto original.

A rockeira e baiana Pitty  extravasou em sua criatividade em algo novo. A cantora se juntou ao amigo e companheiro de banda Martin no projeto Agridoce, cujo disco de estreia homônimo acaba de ser lançado. Trata-se de um trabalho intimista, sem instrumentos plugados, definido pela cantora como "fofolk", folk fofo. O termo, explica Pitty, não passa de uma brincadeira. "Nunca foi uma tentativa de se criar um estilo ou algo assim, era uma definição em tom divertido sobre o que estávamos fazendo."

O campeão em projetos musicais é o músico americano Mike Patton, que integrou o famoso grupo Faith No More. Em meio a tantas atividades, nem ele sabe dizer qual é a principal. Até de DJ ele ataca por aí.

Quem se deu ao trabalho de contar os projetos de Patton contabiliza mais de dez. Entre eles o Fantômas, que recria temas de filmes de horror e quadrinhos. Tem ainda o Tomahawk, que faz uma mescla meio experimental de rock e soul. Outro projeto, e esse bem curioso, é o Mondo Cane, no qual interpreta canções pop italianas. Mike Patton, aliás, foi uma das inspirações de Pitty e Martin quando resolveram lançar o Agridoce.

Mas claro que nessa história de "vou ali e já volto já", alguém pode acabar se dando mal. Foi o caso do ex-baterista da banda de metal progressivo Dream Theather, Mike Portnoy. Considerado um dos melhores bateristas da história, ele deu uma pausa para se dedicar a outra banda, Avenged Savenfold, e acabou sendo expulso do Dream Theather. Acabou não ficando com nenhuma das duas. Ainda bem que os casos bem-sucedidos são maioria, para alegria dos fãs de música.

A origem da tatuagem como arte e seus perigos, prevenção e preconceito

Estudiosos trabalham  com a hipótese  de que a origem das tatuagens se deram com marcas de cicatrizes adquiridas em guerras, lutas corporais e caças. Os homens que possuíam essas cicatrizes tinham o orgulho e reconhecimento da tribo que representava.

Em 1991 foi encontrado na fronteira da Áustria com a Itália o corpo de um caçador tirolês e os cientistas chegaram a conclusão que tinha aproximadamente 5000 anos. Nos exames perceberam que o corpo tinha 58 tatuagens, provando que a arte de se tatuar é muito mais antiga do que imaginamos.

As tatuagens durante muito tempo foi associada a tudo que é de ruim na sociedade e ainda hoje podemos assistir um certo preconceito.Quem usava tatuagens eram conhecidos por muitos na sociedade como vagabundos,  motoqueiros,  gangues e até mesmo presidiários. 

Pessoas comuns e celebridades usam a tatuagem para através delas prestar uma homenagem à seus ídolos, fãs, familiares e suas crenças através de símbolos místicos.

Profissionais da área oferecem desenhos, cores e estilos dos mais variados possíveis para agradar a todos os gostos. Muitos escolhem uma tatuagem e num futuro próximo se arrependem querendo alterá-la.

Porém se estamos dispostos a fazer uma tatuagem em nosso corpo temos  que ter consciência das dificuldades que teremos se por acaso no futuro vir a se arrepender, mesmo com tecnologia a laser ou outras técnicas que se possui para modificar ou eliminar.

Tem pessoas que prefere usar uma pequena tatuagem em local discreto com um certo charme. Outros preferem extravasar sua adoração, fanatismo ou revolta, cobrindo todo o corpo firmando sua individualidade com características próprias independente da censura que poderá causar.

Como as tatuagens foram se popularizando ao longo do tempo podemos perceber que pessoas outrora conservadoras e com pensamentos um tanto arcaicos também tiveram que mudar. É comum ver alguns pais preconceituosos hoje ter que tolerar os filhos como usuários daquilo que eram veementemente contrários.

Uma pesquisa afirma que cerca de 17% dos americanos se arrependem da tatuagem que fizeram. A maioria destas tatuagens referem-se a nomes de pessoas com quem  trocaram juras de amor eterno.

Antes de tomar a atitude de fazer uma tatuagem é bom consultar um médico especializado para ter certeza que estará apto do ponto de vista de saúde e que não possui problemas alérgicos. 

Também é bom observar atentamente as técnicas de trabalho destes profissionais da área, consultando outras pessoas. Verifique as bancadas, macas e superfícies do estúdio se estão devidamente limpas e desinfetadas com bactericidas e esterilizantes químicos. Observar atentamente se luvas, lâminas,  agulhas, máscaras e outros produtos usados são descartáveis.

Se você fez uma tatuagem e gostou provavelmente irá fazer outra. Dizem as más línguas que a pessoa que gostou da primeira  não se contentará?  Comente com a gente. Como é sua tatuagem? Não gosta? Conhece alguém que se arrependeu? Vamos discutir as nossas experiências.


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